Fernando Portari (Pollione), Eiko Senda (Norma) e Denise de Freitas (Adalgisa)

O calendário de produções artísticas da Fundação Clóvis Salgado foi cheio no ano de 2017, e ficamos muito contentes quando o esforço e o compromisso com a excelência empregados em nossas produções nos trazem como retorno o reconhecimento. 

O portal movimento.com publicou no último sábado, (30/12) um balanço das produções musicais e operísticas de 2017, e a montagem da ópera Norma, de Vincenzo Bellini, realizada pela FCS em abril de 2017 foi nomeada a Melhor Produção de Ópera. 

Você pode acessar aqui a matéria completa no site MOVIMENTO.COM

Eiko Senda como Norma

"A Fundação Clóvis Salgado, apesar de apresentar apenas duas óperas encenadas e uma em forma de concerto, teve um ano consistente em termos qualitativos, tanto que, como se verá no fim deste texto, uma de suas produções foi escolhida pelo Movimento.com como a melhor do ano. A primeira produção que subiu ao palco do Palácio das Artes foi uma belíssima Norma, ambientada em um mundo devastado. E, depois de fazer I Pagliacci em forma de concerto, foi a vez de Porgy and Bess ser levada à cena lírica. Apesar de ter sofrido mais cortes que o aceitável, a ópera de Gershwin como um todo foi bem realizada", conclui Leonardo Marques, autor da matéria publicada no portal. 

Geilson Santos (Sporting Life) e Marly Montoni (Bess)

E não faltaram destaques para a FCS na lista dos Melhores do Ano:

"Melhor produção de ópera: Norma, produção da Fundação Clóvis Salgado para o Palácio das Artes, em Belo Horizonte, por sua encenação criativa e eficiente e pela excelente performance musical geral (solistas bem escalados fazem a diferença).

Melhor figurinista: Sayonara Lopez, por seus trabalhos nas duas produções do Palácio das Artes (Norma e Porgy and Bess), ambos marcados por grande criatividade e riqueza de caracterização (esta com o auxílio de Lázaro Lambertucci).

Melhor iluminador: Fabio Retti, por seu excelente trabalho na Norma de Belo Horizonte, no qual contribuiu para a construção de uma ambientação ao mesmo tempo crua e atraente, de acordo com a proposta da encenação.

Melhor regente: Silvio Viegas, por seus ótimos trabalhos de direção musical e regência nas produções mineiras de Norma e Porgy and Bess, e, especialmente, pela sua excelente condução de Don Giovanni no Theatro da Paz.

Melhor cantor: Fernando Portari, tenor, por sua performance brilhante e irrepreensível como Pollione, em Norma, no Palácio das Artes.

Revelações: Anderson Barbosa, baixo, por seu Comendatore (Don Giovanni, Theatro da Paz) e por seu Calcas (La Belle Hélène, Theatro São Pedro); Kézia Andrade, soprano, por sua interpretação consistente de Donna Elvira (no mesmo Don Giovanni); Marly Montoni, soprano, por sua Bess (Porgy and Bess, Palácio das Artes); Michel de Souza, barítono, por seus excelentes Crow (no mesmo Porgy and Bess) e Papageno (A Flauta Mágica, TMSP); e Nabila Dandara, soprano, por sua Clara (no mesmo Porgy and Bess).

Afirmação: Geilson Santos, tenor, por suas valiosas contribuições como o traficante Sporting Life em Porgy and Bess, no Palácio das Artes, e como Monostatos em A Flauta Mágica, no TMSP; e Tati Helene, pela maneira como dominou o palco e pela voz extremamente segura e expressiva que exibiu na versão reduzida com piano de A Voz Humana, na Sala Cecília Meireles".

Créditos das imagens: Paulo Lacerda

 

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