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Um dos três corpos artísticos mantidos pela Fundação Clóvis Salgado, a OSMG foi criada em 1976 e entre os seus regentes titulares figuram os maestros Wolfang Groth, Emilio de César, Sérgio Magnani, Carlos Alberto Pinto da Fonseca, Aylton Escobar, David Machado, Afrânio Lacerda, Holger Kolodziej, Marcelo Ramos e Charles Roussin.
A OSMG é considerada uma das mais importantes do país, e interpreta um repertório que compreende todos os períodos da história da música escrita para orquestra: óperas, balés, concertos, operetas, poemas sinfônicos, sinfoniais e grandes obras como réquiens, missas, cantatas, oratórios, antífonas, novenas e obras sacras diversas.
Projetos como a Série de Concertos no Parque, que em 2009 reuniu um público superior a 18 mil pessoas, merecem destaque, além das diversas atividades realizadas pelo grupo voltadas para a educação e formação de público, como os Concertos Didáticos. Em 2009, a OSMG se apresentou nas estreias de duas grandes óperas no Palácio das Artes: A Menina das Nuvens, de Villa-Lobos, em setembro, e Chagas, de Silvio Barbato, em outubro. Ainda no ano passado, a Sinfônica fez parte das comemorações do ano da França no Brasil, e obras de compositores como Debussy e Fauré foram executadas pelo grupo.
Em 2010 a Orquestra começa suas atividades sob regência do maestro Roberto Tibiriçá, e tem em sua agenda projetos já consolidados, como os Concertos Didáticos e os Concertos no Parque, iniciativas inéditas, como a série Sinfônica no Museu, no Inimá de Paula, e a participação em dois grandes espetáculos: a ópera La Traviata, em maio, e o ballet Dom Quixote, em novembro.